Schumacher continua lenta batalha pela recuperação

Tratamentos custaram já 10 milhões de euros

O tratamento de Michael Schumacher já terá custado 13,6 milhões de euros

O tratamento de Michael Schumacher já terá custado 13,6 milhões de euros

Michael Schumacher continua a sua lenta batalha pela recuperação. Não surgiram mais notícias encorajadoras: a única coisa que oficialmente se sabe é que o antigo pluricampeão do Mundo de F1 continua a fazer “os progressos apropriados para a severidade da situação”, seja lá o que isso for… Em casa desde que saiu da clínica suíça em que esteve após sair do coma, tem à sua volta uma equipa permanente de 15 especialistas, dia e noite, sete dias por semana, doze meses por ano – um ciclo que já terá custado qualquer coisa como 10 milhões de libras (13,6 milhões de Euros), retirados de uma fortuna avaliada em 300 milhões de libras (408 milhões de Euros).

Quando, em 28 de Dezembro de 2013, Michael Schumacher caiu quando fazia esqui, com o filho Mick e alguns amigos, nos Alpes franceses, embatendo com a cabeça numa rocha, estava-se longe de pensar no calvário que estava apenas a iniciar-se.

Transportado para o hospital mais próximo, as condições do antigo piloto da Benetton, Ferrari e Mercedes rapidamente se deterioraram e entrou em coma, situação em que permaneceu nos 159 dias seguintes. Depois disso, foi levado para uma clínica de reabilitação em Lausanne, antes de regressar à sua mansão, onde tem permanecido até agora, em tratamento continuado – algo que custa 100 mil libras semanas (136 mil Euros). Desde então, a família (especialmente a esposa, Corinne e os filhos Mick e Gina Marie, que o têm acompanhado de perto) blindou qualquer informação, mas algumas coisas foram transparecendo parta o exterior.

As mais recentes, indicam que Schumacher continua sem ser autónomo e sem falar, mal reconhecendo o mundo exterior e as pessoas que o rodeiam. Além disso, o seu peso e massa corporal estão muito reduzidas, pois durante o estado comatoso terá perdido um quarto dessa massa, pesando hoje cerca de 45 quilos:

“Se perder peso é normal num paciente em coma, perder 20 quilos é muito para uma pessoa com um peso normal do corpo” – explicou a este propósito, o professor Curt Diehm, do Hospital Técnico de Karlsbad. Ora, quando saudável, Schumacher pesava cerca de 75 quilos – mais 30 do que hoje pesará. Por isso, o mesmo especialista adiantou: “No caso de Schumacher, é também lícito assumir que os seus músculos se foram degradando progressivamente, devido à imobilidade.”

Contudo, desde há meses que não existem informações oficiais sobre o seu rela estado de saúde, para lá das curtas e vagas declarações, veiculadas por Sabine Kehm, que já era a sua porta-voz oficial e, depois dos eu acidente, tem sido quem se responsabilizou por manter “informados” os muitos fãs e seguidores do ex-piloto. A última conhecida refere, laconica e sucintamente, que “ele necessita de muito tempo. Está a fazer os progressos adequados à gravidade da situação.” Que quer isso dizer? Incógnita; acredita-se, porém, que o Schumacher que existia antes do acidente nunca mais voltará, mesmo que a sua recuperação seja, dentro sempre da tal “gravidade”, bem sucedida…

HR

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