Johnny Cecotto Jr. abandona competição

O adeus aos 26 anos

Johnny Cecotto Jr. deixou as competições aos 26 anos

Johnny Cecotto Jr. deixou as competições aos 26 anos

O venezuelano Johnny Cecotto Jr. anunciou inesperadamente a sua intenção de abandonar a competição automóvel, com efeitos imediatos. Filho de Johnny Cecotto, que foi Campeão do Mundo de Motos nas 350cc em 1975 e venceu a Formula 750 em 1978, chegando mesmo à F1, em 1983, após ter sido vice-Campeão europeu de F2 (1982), disputando 23 GP (18 largadas) com a Theodore Racing (1983, 6º lugar nos Estados Unidos Oeste) e a Toleman (1984), abandonando as corridas depois de um grave acidente em Brands Hatch, nos treinos para o GP da Grã-Bretanha, quando era colega de equipa de Ayrton Senna, Cecotto Jr. tem apenas 26 anos (nasceu em Augsburg, Alemanha, a 9 de Setembro de 1989) e, na F1, apenas participou nos testes do Abu Dhabi de 2011, com a Force India.

Depois de começar no Karting, Johnny Amadeus Cecotto Jr. passou depois para os monolugares, estreando-se na Formula BMW ADAC em 2005. No ano seguinte, subiu para a F3 alemã, ganhando uma corrida, participando também na Fórmula Renault 2.0 NEC. Depois de breves passagens pela International Formula Master (2008) e F3 Euroseries, Cecotto Jr. estreou-se na GP2 em 2009 e, nas temporadas seguintes, fez 133 corirdas nesta competição, com equipas como a Trident, a Ocean Racing Technology (de Tiago Monteiro), a Barwa Addax ou a Arden. Venceu quatro (corridas Feature de Monza e Hockenheim, em 2012; corrida Feature de Barcelona e Sprint de Red Bull Ring, em 2014) e, este ano, depois de duas provas com a Carlin (Silverstone) e outras duas com a Trident (Monza), decidiu retirar-se das pistas.

No comunicado em que anuncia a decisão, através da sua conta de Twitter em espanhol, Cecotto Jr – que é um dos poucos venezuelanos a ter conhecido algum sucesso internacionalmente no automobilismo, juntamente com EJ Viso (ex-IndyCar) e Pastor Maldonado (F1), estes com apoio da petrolífera estatal PDVSA – manifesta a sua desilusão por não ter recebido o apoio do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, assumindo este afastamento como a razão para a sua decisão.

HR

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