Terrorismo no desporto automóvel

Piloto e equipa curdos abandonam GT Open

As ameaças terroristas terminaram com a atividade da Barzani Racing

As ameaças terroristas terminaram com a atividade da Barzani Racing

As ameaças de terrorismo protagonizadas pelo Exército Islâmico (ISIS) forçaram o piloto Isaac Tutumlu, um natural de Barcelona de origem curda, por parte do seu pai, um agente de futebol, a colocar um ponto final na sua atividade, no GT Open. O piloto, de 29 anos, fazia parte equipa Barzani Racing Team e iria correr no International GT Open com um Ferrari F458 com as cores curdas – o mesmo que em 2014 subiu ao 3º lugar do pódio nas 12 Horas do Golfo. Em solidariedade para com a Barzani Racing, que invocou “a situação política no Médio Oriente” e a “crise provocada pelo Exército Islâmico” na região para “cessar as suas atividades”, Tutumlu expressou a sua “gratidão ao Curdistão e às suas empresas que sempre me apoiaram nos anos mais recentes.” Agora, vai voltar a sua atenção para o WEC e a Blancpain Endurance Series.

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