Marussia fechou com 31,4 milhões em dívidas

Principal credor é a Ferrari

A Marussia deixou um monumental "buraco" financeiro

A Marussia deixou um monumental “buraco” financeiro

O encerramento da equipa Marussia de F1 deixou um “buraco” de 31,4 milhões de libras em dívidas a fornecedores e afins, mais de metade das quais a favor da Ferrari, que era quem fornecia os motores, que deixaram depressa de ser pagos. Um resumo das dívidas e dos credores da Marussia foi agora submetido ao tribunal, pelos administradores da falência da equipa, a FRP Advisory LLP. Além da Ferrari, com 16,6 milhões, também a McLaren (7 milhões) e a Pirelli (1 milhão) estão entre os credores. Mas não só: a Timo Glock, que foi piloto da equipa em 2011 e 2012, antes de ser despedido no final desta temporada, a Marussia ficou a dever 600 mil libras de ordenados não pagos, enquanto na lista existem também vários circuitos e até a FIA. Outro dos grandes credores é a Capsicum Grand Prix Ltd, que representa os interesses de Max Chilton, que foi piloto da Marussia desde 2012 e que reclama 3,1 milhões em dívida, a maioria relacionados com salários em atraso. Mas, para lá deste 31,4 milhões, a Marussia tem outros “assuntos” financeiros por esclarecer, devendo atingir, incluindo taxas devidas, impostos variados e outras dívidas avulso, cerca de 194,7 milhões de libras – qualquer coisa como quase 250 milhões de euros.

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