Marussia fechou portas

Um fim mais que anunciadoarussia fecha ortas

A Marussia fechou portas após 55 GP em cinco épocas na F1

A Marussia fechou portas após 55 GP em cinco épocas na F1

A Marussia fechou portas, depois de ter sido impossível encontrar compradores, que quisessem assumir as enormes dívidas da equipa de F1. Um final anunciado, desde o terrível acidente de Jules Bianchi no GP do Japão, a 5 de Outubro, quando a equipa ficou em choque e nunca mais conseguiu recuperar. Nesta altura, todos os seus funcionários foram dispensados, selando o final de uma equipa cuja breve existência ficou ligada mais à tragédia, que ao sucesso. De facto, foi com um Marussia que a espanhola Maria de Villota sofreu o seu bizarro acidente num teste num aeródromo britânico, falecendo cerca de um ano mais tarde, em consequência direta das lesões sofridas no cérebro. Há um mês, foi a vez do promissor Bianchi ficar em estado praticamente vegetativo, depois doutro acidente também incrível, durante a prova nipónica. De positivo nos seus 55 GP, apenas os dois pontos conquistados pela equipa – que chegou à F1 em 2010, como Virgin F1, porque Max Mosley queria que o seu incompetente amigo Nick Wirth (que em tempos já esteve ligado, por exemplo, à Simtek! Lembram-se de Ratzenberger?) estivesse na F1 – através precisamente de Bianchi, que terminou em 9º lugar o GP do Mónaco deste ano. Curiosamente, a equipa estava entre as 11 anunciadas pela FIA para a temporada de 2015, sob o nome de Manor F1 Team – que era na verdade o seu nome original.

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