Volta a Portugal em 80 dias terminou

Mais de 13.000 km por estradas nacionais

A Volta a Portugal em 80 Dias levou a descobrir locais improváveis e escondidos

A Volta a Portugal em 80 Dias levou a descobrir locais improváveis e escondidos

Terminou ontem em Lisboa a  “Volta a Portugal em 80 dias com o Citroën C4 Cactus”, uma aventura que levou três jornalistas – João Ferreira Oliveira, Jorge Flores e Rui Pelejão – a percorrer mais de 13 mil quilómetros por estradas nacionais ao volante do Citroen C4 Cactus 1.6 HDI. Uma maratona de sucesso, que foi contada na primeira pessoa pelos três aventureiros no seu blog Grande Turismo. 

“Esta distância teria permitido chegarmos a Tóquio ou a Buenos Aires, mas Portugal também pode ser bastante longe. Vimos muita coisa, visitamos muitas terras que nem sequer estão no mapa, algumas com quatro ou cinco habitantes, outras abandonadas. Julgo que demonstrámos que Portugal, um país pequeno, é ainda um país desconhecido para a maior parte das pessoas e penso que a melhor forma de o conhecer é por estradas nacionais, municipais ou até trilhos de terra batida”, resumiu Rui Pelejão, um dos autores do blog que promoveu esta iniciativa com o apoio da Citroën, da CEPSA, das Pousadas de Juventude e da Ideias Aventura.

A viagem, que teve início no dia 9 de Agosto em Lisboa, levou os três jornalistas a percorrer todos os distritos de Portugal Continental, visitando os locais e as atrações mais conhecidas de cada região, mas também descobrindo lugares, histórias e gentes que “não estão no mapa, nos guias turísticos, nos telejornais e muito menos no centro da preocupação dos políticos em Portugal”, explica o jornalista João Ferreira Oliveira que, desta viagem, destaca a região de Trás-os-Montes, “talvez por estar tão afastada dos grandes centros e de ser pouco povoada, oferece uma noção de escala do país completamente diferente. A imensidão da paisagem é impressionante.”

Jorge Flores, outro dos aventureiros, sublinha que nesta viagem houve uma preocupação de recolher histórias de pessoas simples e anónimas: “Cada vida é uma história e se tivermos tempo e curiosidade em escutar as pessoas, vamos certamente ficar mais ricos. Nesta viagem conversámos e entrevistámos dezenas de pessoas, desde o barbeiro de estrada da Figueira da Foz, até ao pastor da Serra da Estrela, do intelectual algarvio até à velha fadista de Alcântara. Só por isso valeu a pena.”

Nesta viagem de 80 dias, os três jornalistas tiveram como companheiro o Citroën C4 Cactus 1.6 HDI, o novo modelo da marca francesa. “Foi um grande companheiro de aventuras, passámos mais de 150 horas ao volante, almoçámos nele e dormimos nele. Mais do que um carro foi o quarto mosqueteiro. Nunca andámos muito preocupados com os consumos, mas ainda assim terminamos a viagem com uma média de 5,3 l/100 km. Os aspetos que destaco mais positivamente do C4 Cactus são o seu conforto a bordo e a capacidade da bagageira – coube lá tudo”, explica Jorge Flores.

Agora que terminaram esta epopeia por estradas nacionais os três jornalistas prometem continuar a promover as viagens de automóvel no nosso país e no estrangeiro. “Acreditamos que a liberdade de andar na estrada é um excelente estímulo para partirmos à descoberta do nosso país e do mundo. Há sempre uma surpresa a seguir à próxima curva. Queremos que esta nossa experiência seja contagiante – ou seja, estimule as pessoas a descobrir o seu país desconhecido”, conclui Rui Pelejão, apresentador do programa “Volante”, na SIC Notícias, canal que em Novembro vai emitir uma série de reportagens feitas no decurso desta “Volta a Portugal em 80 dias com o Citroën C4 Cactus”.

Acrescente-se que a aventura pôde ser seguida nas plataformas do blog Grande Turismo (em http://www.grandeturismo.com, http://www.facebook.com/GT2000, http://www.instagram.com/grande_turismo e http://www.pinterest.com/grandeturismo9), no próprio Facebook da Citroën (em http://www.facebook.com/Citroen.Portugal) e demais redes sociais da marca francesa.

A “Vota” em números

Ao lomgo de 80 dias (e noites) foram percorridos mais de 13.000 qwuil+omtros sempre por Estradas Nacionais

Ao lomgo de 80 dias (e noites) foram percorridos mais de 13.000 qwuil+omtros sempre por Estradas Nacionais

Como qualquer evento, independentemente da sua dimensão, também a “Volta a Portugal em 80 dias com o Citroën C4 Cactus” foi fértil em detalhes e muitas estatísticas, como as que se indicam abaixo, algumas delas bastante interessantes.

Começando pela quilometragem percorrida, no final destes 80 dias  o Citroën C4 Cactus contabiliza nada menos do que 13 211 no respetivo mostrador digital, para os quais foram necessários 713 litros de gasóleo CEPSA Optima. O modelo – equipado com um bloco 1.6 HDi 92 – fez uma média de consumo de 5,3 l/100 km, com o computador de bordo a registar uma média de velocidade de 67,6 km/h, de um total de 158 horas passadas ao volante.

As estradas nacionais percorridas permitiram que se visitassem 51 monumentos, 11 parques naturais, 49 cidades, de um total de 123 concelhos atravessados, com 24 incursões por praias. Encontraram-se 17 “Cafés Centrais”, oito terras com o nome “Carvalhal” e 19 painéis de publicidade de “Nitratos do Chile”. E consumiram-se 47 bifanas.

Outras curiosidades, pela sua enorme quantidade, foram as rotundas que o trio deixou de contar à 137ª, o mesmo acontecendo com as torres eólicas (pararam na 298ª). Ainda assim houve tempo para registar 29 pavilhões multiusos, 44 campos de futebol abandonados e 78 palacetes e casarões em ruínas. Ah sim… homens extraordinariamente feios foram 41 e mulheres extraordinariamente bonitas 39!

Entre os momentos de condução e os encontros com personagens dos vários pontos de passagem, houve muito tempo para se escrever, dando vida no mundo virtual a toda esta aventura. 80 posts na página do blog e mais 311 no Facebook do Grande Turismo, 370 fotos carregadas no Instagram, de um total de 2654 fotografias tiradas (mais coisa, menos coisa), das quais consideram aproveitáveis cerca de 150 (mais coisa, menos coisa).

João Ferreira Oliveira, Rui Pelejão (a entregar a chave do C4 Castus e Jorge Magalhãs), Jorge Flores e o Citroën - os Quatro Mosqueteiros no final da jornada

João Ferreira Oliveira, Rui Pelejão (a entregar a chave do C4 Castus e Jorge Magalhãs), Jorge Flores e o Citroën – os Quatro Mosqueteiros no final da jornada

Texto e Fotos: Divulgação; Edição: AutoanDRIVE

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