Peugeot 308 SW 1.2 THP 130 Active

Uma (ótima) opção a reter

Peugeot 308 SW 1.2 THP 130 Active (Fotos: Arraiolos e Cartuxa, Évora)

Peugeot 308 SW 1.2 THP 130 Active (Fotos: Arraiolos e Convento de Santa Maria Scala Coeli/Cartuxa, Évora)

Apesar das resistências ainda existentes, algumas delas mal justificadas nos tempos que correm, são cada vez mais os adeptos dos motores a gasolina. Seduzidos pelos pequenos blocos que, associados a também pequenos turbos, permitem potências muito interessantes e, acima de tudo, “performances” e consumos insuspeitos, irreais até há bem poucos anos, estes automobilistas, modernos e bem informados, encontram já em todas as marcas generalistas pelo menos uma proposta aceitável. O Peugeot 308 SW 1.2 THP de 130 cv é uma delas.

E pronto: lá voltamos nós ao mesmo! Se quer saber pormenores sobre o Peugeot 308 SW, modelo que chegou à gama da marca francesa há relativamente pouco tempo, então vá pelos seus dedos e… clique no link https://autoandrive.com/2014/07/09/peugeot-308-sw-1-6-e-hdi-115-cv-allure/. Aí, encontrará aquilo que quer saber. Porque, tal como sucede sempre que o AutoanDRIVE ensaia uma segunda versão de um modelo (ou terceira, ou quarta, enfim…) no correspondente texto limita-se a falar daquilo que é diferente – seja em termos dinâmicos, seja em termos de equipamento. Ora, no caso em apreço, o Peugeot 308 SW 1.2 THP 130 Active, é precisamente aqui, nestes dois parâmetros, que estão essas diferenças. E é nisso que iremos centrar a nossa escrita.

Uma dinâmica sempre presente

O 308 foi o primeiro modelo da Peugeot a ter o motor PureTech 1.2 a gasolina

O 308 foi o primeiro modelo da Peugeot a ter o motor PureTech 1.2 a gasolina

O 308 foi o primeiro modelo da Peugeot a ter o novo motor PureTech a gasolina. Com três cilindros, 1.199 cc e associado a uma caixa manual de seis velocidades, este motor, de dimensões muito compactas e de peso reduzido, construído com materiais de baixa fricção completamente inovadores, está disponível em dois níveis de potência: 110 e 130 cv. Era esta última versão que e4stava debaixo do “capot” do Peugeot 308 SW que o AutoanDRIVE ensaiou, ao longo de algumas centenas de quilómetros, basicamente por terras alentejanas.

Na sua versão de 130 cv é bem mais que uma agradável surpresa

Na sua versão de 130 cv é bem mais que uma agradável surpresa

E desde muito cedo que percebeu estar perante uma enorme surpresa. Bastante silencioso, este motor está sempre “lá”, desde rotações muito baixas e, deis, progride alegremente, mal se carrega no pedal do lado direto. De tal forma que raramente se necessita recorrer à caixa de velocidades, que se revelou exata, rápida, algo durinha no engreno e, principalmente, muito eficaz nas relações escolhidas.

Os consumos são frugais e rondam os 6 l/100 km

Os consumos são frugais e rondam os 6 l/100 km

Sim, é certo que estas foram colocadas ali a pensar nos consumos, mas o motor, com o seu pequeno turbo, mostra-se vivaz q.b., para permitir viagens agradáveis, sem consumos de leão. Na verdade, conseguimos fixá-los pouco acima dos 6 l/100 km, mais ou menos um litro acima daquilo que a marca anuncia. Nada mau…

Nada (de mau...) a dizer sobre espaço e conforto de rolamento

Nada (de mau…) a dizer sobre espaço e conforto de rolamento

Sobre o conforto de rolamento, o espaço disponível, a qualidade de materiais, a ergonomia dos comandos, nada a acrescentar: já foi tudo dito durante o ensaio da versão com motor 1.6 HDI de 115 cv. Agora, se quisermos fazer a inevitável comparação, porque um tem um motor Diesel e outro a gasolina, este “velho” fora-de-lei das bolsas nacionais, pelo seu maior PVP, é precisamente aqui, no PVP, que estão as diferenças: mais ou menos, 4.000 euros a… menos, para esta versão.

Apesar de ser a gasolina esta é uma boa opção a reter

Apesar de ser a gasolina esta é uma boa opção a reter

Se calhar, até compensa reter como boa opção a versão 1.2 THP a gasolina. É que não é fácil recuperar, em custos de utilização, o maior preço da versão HDI – e nestes não se encontra somente o gasóleo mais barato, mas também custos operacionais, ambientais (um carro Diesel é mais inimigo do ambiente…) e, “the last but not the least”, mecânicos (revisões, peças, etc., etc – coisas que há tendêcia em “esquecer” quando se faz uma “comparação “ de preços entre um modelo a gasolina e o equivalente Diesel…). Mas, nestas coisas a escolha é sempre… sua. E, tantas vezes, subjetiva e baseada no “gosto mais” de um motor Diesel… ou gosto mais de um motor a gasolina.

Apesar de ser a gasolina esta é uma boa opção a reter

A versão em apreço tinha o nível médio de equipamento, o Active

A versão em apreço tinha o nível Active de equipamento – colocado no meio da oferta da gama. De série, apresentava as “coisas” (mais ou menos) habituais neste tipo de níveis, como o ar condicionado automático bi-zona; volante de três braços em couro e com frisos cromados e comandos integrados; travões de disco nas quatro rodas, com ABS e repartidor de travagem (REF) e assistência a travagens de emergência; seis “airbags”, incluindo laterais à frente e de cortina; Hill Assist; controlo eletrónico de estabilidade (ESP); ajuda ao estacionamento traseiro; computador de bordo; painel de instrumentos com iluminação em LED brancos; sensores de chuva e de luz (médios); faróis com luzes diurnas LED na frente e atrás; sistema “Follow-Me-Home” automático; faróis diurnos DRL integrados no para-choques da frente; e Touch screen de 9,7”, integrando sistema de navegação, rádio MP3 com ligações USB e Jack, kit mãos-livres Bluetooth e sistema de som Arkamys de seis altifalantes.

Luzes diurnas LED e faróis DRL integrados fzem parte desse equipamento

Luzes diurnas LED e faróis DRL integrados fzem parte desse equipamento

Como opcionais, apresentava a pintura metalizada (420 euros); jantes em liga leve de 17” Rubis (385); Pack Fumeur (30); Pack Alu (barras no tejadilho em alumínio; rails da bagageira em alumínio, 300 euros); e o Peugeot Connect Box (290). No final, a fatura a pagar era de pouco menos de 27 mil euros – com os 1.500 que estes opcionais custavam.

CARATERÍSTICAS TÉCNICAS

Esta unidade tinha jantes em liga leve de 17" como opcional

Esta unidade tinha jantes em liga leve de 17″ como opcional

Motor: Diant. transv., três cilindros em linha, duas árvores de cames à cabeça, 12 válvulas, 1.199 cc, injeção direta, turbo ./”intercooler”; Potência (cv/rpm): 131/5.500; Binário Máx. (Nm/rpm): 230/1.750; Vel. Máx. (km/h): 205; Acel. 0-100 km/h (s): 10,0; Consumos (l/100 km): 4,9; Consumos AutoanDRIVE (l/100 km): 6,1; Emissões CO2 (g/km): 113; Preço (euros): 25.490 (unidade ensaiada: 26.915)

O preço base é de 25.000 euros

O preço base é de 25.490 euros

Texto: Hélio Rodrigues; Fotos: C.Santos

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