Citroën C1 à venda a partir de sexta-feira

Um pequeno “simpático” a partir dos 10.500 euros

O novo Citroën C1 vai ser posto à venda na próxima sexta-feira

O novo Citroën C1 vai ser posto à venda na próxima sexta-feira

“Simpático”. É assim que a própria Citroën define o seu mais recente “pequenote”, a segunda geração do C1. À venda a partir de hoje, o novo C1 promete grandes surpresas. A começar pelo preço, que arranca nos 10.500 euros, mas também um “design” irreverente, mais conforto, espaço interior e eficácia dinâmica, tecnologias modernas e úteis, num conjunto de equipamento visto apenas em segmentos superiores. Tudo, num invólucro “trendy” e apelativo para todas as idades, cujo início de vendas começa já sexta-feira, dia 5. 

Lançado em 2005, num projeto a três mãos, entre a Citroën, Peugeot e Toyota, o C1 vendeu, desde então, um tola de 780 mil unidades em todo o Mundo, das quais 14.500 apenas em Portugal. Onde foi o mais apetecido dos “trigémeos”, batendo facilmente o Peugeot 107 e o Toyota Aygo.

O novo C1 está disponível com carroçarias de 3 e 5 portas

O novo C1 está disponível com carroçarias de 3 e 5 portas

Disponível com carroçaria de três e cinco portas, nas versões Berlina e AirScape, o novo C1 é o primeiro Citroën com teto de abrir, sendo ainda esta a primeira vez que o C1 tem estofos em couro, nas versões topo de gama. Além disso, está disponível em três níveis de equipamento, Live, Feel e Shine.

Até Dezembro, pelo menos, existirá uma edição de lançamento, designada por Feel Edition, associado apenas à carroçaria AirScape e que, por apenas mais 100 euros, permite uma personalização mais atrevida, com o recurso a autocolantes de personalização interior; “pack color” Feel Edition; centros dos embelezadores das rodas; e, também, tapetes de conforto, jantes de 15” e conta-rotações.

Pela primeira vez existe um C1 com teto de abrir

Pela primeira vez existe um C1 com teto de abrir

Por outro lado, nas versões topo de gama, o equipamento, aproxima-se do segmento superior (B2) e inclui, entre outros itens, câmara de marcha-atrás, sistema de arranque mãos livres; Start&Go, Hill Assist, Interface tátil de 7” com ligações a funções básicas como Phone, Radio, iPhone e telemóvel, podendo ainda as funções deste serem replicadas através do sistema  inédito da Citroën chamado Mirror Screen.

O seu “design” exterior é, no mínimo, interessante, em especial na frente, com os seus grupos óticos divididos em duas partes e os LED verticais (que existem desde a entrada de gama) a fazerem lembrar um ‘bulldog’ atrevido e de dentes arreganhados… a rasgar terreno bem rentinho ao chão!

A fremte com os LED verticais nos extremos parece um "boxer" a rasgar o asfalto

A fremte com os LED verticais nos extremos parece um “bulldog” a rasgar o asfalto

De origem, existem oito cores diferentes duas delas exclusivas: Sunrise Red e Olive Brown, num conjunto “jovem e muito trendy”, como foi referido durante a apresentação. O teto de abrir, em lona, está disponível em três cores, sendo o original em preto, mas também possível em Sunrise Red e Cinzento. Há ainda 30 variantes de personalização, sendo de assinalar que as versões AirScape adotam a tendência bicolor, jogando-se com a cor do teto. O interior é mais jovial, ergonómico e ostenta três ambientes diferentes, bem como diversas formas de personalização, desde o painel de instrumentos, à consola central ou mesmo aos pilares e os estofos.

Motores amigos do ambiente

O C1 pode ter o moor 1.0 VTi de 68 cv ou o novo 1.2 PureTech de 82 cv

O C1 pode ter o moor 1.0 VTi de 68 cv ou o novo 1.2 PureTech de 82 cv

O novo Citroën C1 é proposto com dois motores de três cilindros a gasolina, ambos amigos do ambiente, graças a emissões de CO2 abaixo das 100 g/km: o já conhecido bloco VTi 1.0 de 68 cv e o novo 1.2 PureTech de 82 cv. Ambos estão disponíveis na Berlina e no AirScape, com caixa manual de seis velocidades, existindo uma versão do VTi 1.0 cm a caixa automática ETG.

Um curto ensaio deu para perceber muita da agilidade do novo C1

Um curto ensaio deu para perceber muita da agilidade do novo C1

Num curto ensaio durante a apresentação, deu para perceber a boa capacidade de resposta dos dois blocos, com especial incidência no novo 1.2 PureTech, que transforma o pequeno e leve (840 quilos) C1 um carro divertido e ágil, ideal para a cidade – graças, também, ao seu porte compacto, com 3,46 m de comprimento (mais 3 cm que o anterior). Curiosamente, esta diferença é curta, mas permitiu dosear melhor todo o espaço disponível, pelo que a bagageira em agora um bem mais generoso volume de 196 litros (em vez dos inexpressivos 139 anteriores), valor que pode alargar-se até aos 780, com o rebatimento das costas dos bancos traseiros.

O conforto de rolamento é bom tal como a insonorização

O conforto de rolamento é bom tal como a insonorização

O conforto de rolamento é positivo e a insonorização do habitáculo foi bem conseguida embora na versão VTi 1.0 venha ao de cima o ruído de “máquina de costura” do tricilíndrico. Já no AirScape, mesmo com os cabelos (quase) ao vento, o trabalho dos especialistas da Citroën não merece reparos, seja com ou sem o teto corrido.

O interior é mais espaçoso e muito jovial e colorido

O interior é mais espaçoso e muito jovial e colorido

O interior, apesar de as dimensões exteriores serem quase as mesmas do anterior C1, existem agora quatro “verdadeiros lugares” e vive-se um ambiente alegre, colorido e descomprometido, “jovial e social”. A leitura dos instrumentos é correta e a ergonomia de todos os comandos e do ecrã tátil não merece reparos. Além disso, os bancos tipo “bacquet” são confortáveis e oferecem bom apoio, tanto lombar como para as pernas.

Com o novo C1 a Citroën continua a apostar no sucesso

Com o novo C1 a Citroën continua a apostar no sucesso

Tendo como objetivo vender 200 unidades do C1 até ao fim do ano, caminhando para cerca de 14% do segmento em que o C1 se insere, com incidência nas versões de cinco portas e na motorização 1.0 VTi, a que chama de “coração da gama”, a Citroën não quis passar ao lado de assinalar que o novo C1 é mais barato cerca de 800 euros que o mais barato dos anteriores C1.

PREÇOS (Euros)

O preço pode ser um "gateau surprise" e começa nos 10.500 euros

O preço pode ser um “gateau surprise” e começa nos 10.500 euros

Citroën C1 Berlina

1.0 VTi 68 CVM – Live: 10.500 (3 p.); 10.820 (5 p.); Feel: 11.500 (3 p.); 11.820 (5 p.); Feel S&S: 12.070 (5 p.); Shine: 12.500 (3 p.); 12.820 (5 p.)

1.0 VTi 68 ETG – Feel: 12.570 (5 p.); Shine: 13.570 (5 p.)

1.2 PureTech 92 CVM – Feel: 12.270 (5 p.); Shine: 13.270 (5 p.)

Citroën C1 AirScape

A versão AirScape é mais cara e começa nos 12.700 euros

A versão AirScape é mais cara e começa nos 12.700 euros

1.0 VTi 68 CVM – Feel: 12.700 (3 p.); Feel: 13.020 (5 p.); Feel Edition: 13.120 (5 p.); Shine: 13.500 (3 p.); 13.820 (5 p.

1.0 VTi 68 ETG – Feel: 13.770 (5 p.); Shine: 14.570 (5 p.)

1.2 PureTech 82 CVM – Feel: 13.470 (5 p.); Feel Edition: 13.570 (5 p.); Shine: 13.950 (3 p.); 14.270 (5 p.)

O novo C1 é irreverente q.b. para servir de palete alternativa (Foto: Hélio Rodrigues)

O novo C1 é irreverente q.b. para servir de palete alternativa (Foto: Hélio Rodrigues)

Texto: Hélio Rodrigues; Fotos: Divulgação e Hélio Rodrigue

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