Michael Schumacher terá saído dos cuidados intensivos

Ex-piloto da Mercedes já não estará em perigo de vida

Quase seis meses depois do seu acidente de esqui Schumacher terá já deixado o hospital

Quase seis meses após o seu acidente de esqui Schumacher terá já deixado o hospital

Decididamente, nada de concreto se conhece sobre o real estado de saúde de Michael Schumacher! Escassas semanas depois de ter sido dado como definitivamente a caminho de um estado vegetativo permanente, a revista alemã “Bunte” adianta notícias que garantem ter já saído dos cuidados intensivos do Hospital de Grenoble, onde tem estado em coma induzido desde o dia 28 de Dezembro, quando sofreu uma violenta queda de esqui, nos Alpes franceses. Mas vai mais longe, referindo que Schumacher está já numa fase de reabilitação o que, a ser verdade, significa que já não correrá perigo de vida. Sabine Kehm, a assessora do piloto, recusou comentar estas notícias.

Porém, as notícias poderão não ser tão positivas assim. Fontes médicas bem colocadas, adiantam que a família de Michael Schumacher (a esposa, Corinna, o irmão, Ralf – também ex-piloto de F1- e o pai, Rolf), já terá sido informada de que nada mais há a fazer por ele. E que, a existir de fato uma reabilitação já iniciada, isso quer dizer que ele irá continuar a receber a mesma terapia de massagens e tonificação muscular que lhe tem estado a ser ministrada nos últimos meses – e que nada mais será do que isto, pois os médicos que o assistem já não esperam uma evolução significativa do seu estado a curto prazo.
“[Michael] Schumacher foi transferido para uma clínica especializada em reabilitação, que tem estado a ser preparada [para o receber], mas as suas hipóteses de uma recuparação completa são mínimas” – afirma também a revista “Bunte”.
Também o jornal “Abendzeitubg”, de Munique, refere uma fonte médica não identificada, segundo a qual Schumacher já não estará internado no hospital de Grenoble, onde tem estado há quase seis meses. E Gary Hartstein, antigo médico oficial da F1, insiste: “Tenho muito receio – e estou quase certo a cem por cento – de que nunca mais iremos ter boas notícias sobre [o estado de] Michael Schumacher.”
Receios que foram, entretanto, partilhados por Flavio Briatore, que era o diretor da Benetton quando Schumacher conquistou os primeiros dois dos seus sete títulos de Campeão de Mundo de F1, em 1994 e 1995, em entrevista à francesa “Radio 24”: “Não existem notícias porque a família [de Schumacher] é muito fechada. Mas, neste caso, não existirem notícias não quer dizer necessariamente que sejam boas notícias.”

Hélio Rodrigues

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