Ayrton Senna, 20 anos de saudade

Há homens que nunca morrem

Ayrton Senna, momentos antes da sua última largada, em Imola

Ayrton Senna, momentos antes da sua última largada, em Imola

Hoje passam 20 anos que desapareceu fisicamente Ayrton Senna, o maior piloto da História recente da F1. Para mim, ele foi o maior piloto que passou pelo Campeonato do Mundo de F1 ficando a anos-luz de nomes como Michael Schumacher, Alain Prost, Fernando Alonso ou Sebastian Vettel. Inconformista perpétuo, quase paranóico pela perfeição, nunca baixava os braços e, além disso, tinha uma compreensão técnica imediata muito acima do comum mortal. Não me venham com estatísticas – elas, por definição, dizem aquilo que cada um quer ouvir (ou dizer…).  A sua eterna procura dos limites, sem os ultrapassar, mas retirando deles o máximo possível, apenas tinha comparação com dois outros iluminados: Gilles Villeneuve, o funâmbulo, e Tazio Nuvolari, o malabarista constante. Mas, ao contrário deles, o espetáculo da sua pilotagem não estava nas façanhas vistosas, mas sim na arte da precisão, que ele tão bem cultivava. Hoje, 20 anos depois, resta a saudade e o nome de um Homem que ainda em Terra, se tornou imortal – e uma lenda quando encontrou pela frente o muro da Tamburello.

HOMENAGEM:

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