Aldeia Histórica do Piódão

Onde os lobos ainda uivam no meio do xisto

O presépio de xisto anichado aos pés da encosta protectora – ou ameaçadora, não se sabe bem. As nuvens a sobrevoarem os telhados, depois das cristas de pedra, escondendo a imagem num manto de solidão e murmúrios. O cantar das águas, correndo de madrugada, de pedra em pedra, vigiando o sono. Depois, mais madrugada ainda, o concerto da passarada, feliz por mais um dia que iluminava já a capela no Alto do Colcurinho – embora ainda longe das chaminés sem fumo e sem cheiro do Piódão, lá em baixo.

Uma noite aqui, memórias pétreas de duendes, lendas, esconderijos de diabos e fugitivos seculares. Ruas tortuosas, estreitas, bordejadas de roseiras altas e hortênsias coloridas e portas todas azuis – porque reza a história de que era a única cor que existia lá na loja, quando o povo começou a pintá-las. A igrejinha de um branco insólito, subida no alto de uma escadaria de xisto e talvez granito forasteiro. As encostas verdes e rochosas do Açor, despenhando-se em ameaça vibrante sobre os telhados, uns de ardósia brilhante, outros de telha convidada e feia. Poucos, os habitantes curvos e negros nas roupas, olham com olhos antigos, um pasmo ainda líquido, um “bom dia” murmurado, um arrastar de passos, um aqui, nesta pedra, outro ali, junto ao musgo. Foi assim que vivi um dia no Piódão – e dormi n uma casa de bonecas, memórias fisgadas de outros tempos paradas na frescura da lareira funda e no silêncio das paredes de xisto. Já aqui está, eleita num cantinho deste cérebro viajante.

Origens pedregosas
O Piódão, aldeia presépio, presépio de xisto, Património Nacional desde 1978, ou simplesmente Aldeia Histórica desde 1994, não é a original. Mais abaixo, num vale ali perto, existem as ruínas de uma povoação, chamada Casal de Piodam. A expressão quer dizer “a gente ou o povo que anda a pé” e faz jus ao isolamento da aldeia, a que apenas se conseguiu chegar, por carro, depois de ter sido construída a primeira estrada, em 1972. Desconhece-se o que levou ao abandono do povo original e a subida das gentes para mais acima, na encosta do Açor. Crê-se que tenha sido o elevado calor, tipo forno, que aí se fazia sentir. E que atraía tão grande número de formigas, para devorar o mel, a maior riqueza dessa altura. Ou, então, o facto de, no local, não existir água suficiente para provir às necessidades de uma povoação em crescimento. Os habitantes do Casal do Piodam dispersaram-se, uns fundando outros núcleos populacionais ao longo do vale; outros subindo a encosta e estabelecendo-se naquilo que hoje é o Piódão.
Seja como for, a primeira vez que se escreveu sobre o Piódão foi em 1676, onde surge referenciado como freguesia, num documento assinado pelo bispo de Coimbra, autorizando a construção de uma capela na aldeia – desafio que os populares, que apenas podiam assistir aos serviços religiosos a muitas léguas do povoado, aceitarem e levaram a cabo a expensas suas e com o suor dos seus rostos.

Lendas e mistérios
Estar no Piódão, depois da meia-noite, a ouvir a água a correr nas caleiras e, lá em baixo, no ribeiro; ou o roçagar dos pássaros nas árvores velhas; ou, simplesmente, escutando o silêncio – faz recuar para outros tempos. Em que ainda não havia a estrada que hoje liga o Piódão ao resto do território; em que apenas a pé se conseguia chegar ao Piódão – a estrada mais próxima terminava a 12 quilómetros da aldeia e, então, nem os carros de bois conseguiam escalar os caminhos.
Por isso, desde sempre se referiu ao Piódão como local de refúgio de bandidos e heróis populares. Verdade ou mentira, é possível que, de vez em quando, entre os habitantes do Piódão vivessem alguns foragidos da justiça. João Brandão, o Oliveirão e o Zé do Telhado, vilões de culto no imaginário popular, terão ali encontrado abrigo da justiça que os perseguia. Lenda ou facto, fala-se também que um dos assassinos de D.Inês de Castro, de sue nome Diogo Lopes Pacheco, terá fugido ás tropas reais que o queriam capturar e assentado poiso no Piódão, refugiando-se em casa do abade, quando vinha de Espanha. O certo é que, hoje, os nomes Lopes e Pacheco constam da toponímia de muitas famílias locais.
Todavia, é errado falar-se do Piódão como terra de refúgio para bandidos. Fidalgotes e senhores abastados viveram também ali e tinham mesmo tribuna na igreja de Lourosa, até certa altura a mais próxima da aldeia.
Sente-se um estranho arrepio, que sobe pela espinha e nos constrange a olhar em volta, para o vulto escuro e uno das casas, encavalitadas encosta acima, nas traseiras da igreja alva; e para o mole imenso da serra, debruçada lá de cima, num céu onde as estrelas se escondem no frio de um manto de neblina que, mais que ver-se, se sente nos braços. Subimos, lentamente e em silêncio – e entrámos na Casa do Avô, a nossa moradia por essa noite.

O silêncio das noites sem medo
A Casa do Avô é como as outras: pequena, de dois andares, paredes de pedra cinzenta, escadas fortes e curtas, portas e pequenas janelas azuis. Faz parte da oferta produzida pela Casa da Padaria, a referência do turismo de habitação da aldeia do Piódão. Mas, ao contrário daquela, a Casa do Avô fica logo em baixo, no início da aldeia, a seguir à Capela de São Pedro. Aconchegada, tem o piso principal com a típica lareira afundada no chão, dois quartos e, no primeiro piso, outros três. Tudo como dantes: camas em ferro forjado, paredes em xisto e as divisões feitas em madeira de castanho; os candeeiros como aqueles antigos, de vidro, que funcionavam a petróleo. No poiso inferior, uma salinha agora para descansar, com vitualhas antigas à mistura com livros e sofás mais modernos – dantes era a loja e nela se os produtos da agricultura de subsistência que dava vida à povoação.
Situada perto dos Montes Hermínios, o Piódão é terra de silêncios profundos, de lendas e de histórias difíceis de imaginar. Hoje, os lobos de certeza ainda uivam lá em cima, nas fragas – sente-se que isso é possível. Sentimos isso, de noite, no silêncio tão pesado quanto fresco e límpido, que se viveu, em cada hora – trespassado, enfim, pelo cantar desatinado e feliz da passarada, ainda o sol não tinha sabido atravessar a poalha de luz feita neblina, que descia lá do alto. Sentimos, mas sem os medos de antanho: quando as brumas e as trovoadas povoavam o imaginário das gentes. Ao ponto de, ainda hoje, a tradição levar a que, por cima das portas, existam pequenas cruzes e símbolos, feitos dos ramos de oliveira, alecrim e louro que, no domingo de Ramos, a população leva à igreja para serem benzidos e que, acreditam, invocam Santa Bárbara, protegendo das trovoadas.
E rezam as lendas, hoje ainda bem vivas que, debaixo desta rocha aqui, ou por trás daquela fraga lá adiante, podem estar, esquecidas, moedas de ouro, tesouros perdido na memória das lendas que fizeram sobreviver o Pacheco que matou a Dona Inês.

BREVES DO PIÓDÃO
Coordenadas GPS
N 40º 13’48,22”
W 7º 49’27,38”

O Piódão é a freguesia mais ignota do concelho de Arganil. Situada em plena zona da Paisagem Protegida da Serra do Açor, tem uma área de 36,36 km2 e uma população estimada em 224 habitantes, em 2001 – dos quais 126 no núcleo da aldeia. Situa-se numa encosta da serra do Açor, voltada para o alto do Colcurinho.
A freguesia do Piódão inclui as localidades de Barreiros, Casal Cimeiro, Casal Fundeiro, Chãs d’Égua, Covita, Fórnea, Foz d’Égua, Malhada Chã, Piódão, Tojo e Torno. Destas, pela sua tipicidade e carácter genuíno, destacam-se Chãs d’Égua e Foz d’Égua.
Os habitantes dedicam-se à agricultura, cultivando milho, feijão, batata e produzindo algum vinho, bem como à apicultura, Alguns criam gado – ovelhas e cabras, de que extraem o leite e a carne para manterem a tradição gastronómica local.

Fauna e flora
A fauna é constituída essencialmente por coelhos, lebres, javalis, raposas, doninhas, fuinhas, águias, açores, corvos, gaios, e perdizes.
A flora autóctone inclui castanheiros, oliveiras, pinheiros, loureiros, urzes e giestas

Como ir
O Piódão não tem autocarros de carreira, nem outra forma de ser encontrado, a não ser de carro. Fica a 296 km de Lisboa e a 199 do Porto. Destes sítios, o caminho mais fácil é tomar a A1 e, na saída de Coimbra Norte, apanhar o IP3, sentido Viseu. Daqui, saia para o IC6, sentido Arganil/Covilhã/Oliveira do Hospital até ao seu final, tomando então a N17, onde tem várias opções:
. seguir até Arganil, tomando aí a direcção do Piódão;
. ir até Coja, seguindo as indicações Piódão, pela EN342. Para o Piódão, existem duas alternativas: continuando pela EN344, direcção a Cerdeira; ou, logo a seguir à aldeia do Pisão, seguir pela estrada à direita, direcção a Benfeita, visitando assim alguma da Paisagem Protegida da Serra do Açor, até ao Piódão;
. deixar a N17 em Vendas de Galizes e entrar na N230, em direcção à Covilhã. Chegando a Ponte das Três Entradas, virar à direita e seguir pela EM 508. Vai ter que passar por Aldeia das Dez, e Goulinho, até Vale de Maceira, onde fica o Santuário de Nossa Senhoras Preces, que pode – e deve – visitar. Daqui, siga pela via da direita, sempre a subir, percorrendo os 13 km que faltam até ao Piódão.
Depois, quando quiser ir embora, aconselhamo-lo a tomar a estrada em direcção a Vide, que fica à esquerda, na saída da aldeia. Lentamente, de curva em curva, respire a paisagem até ao Alto do Colcurinho, do outro lado do vale e delicie-se com Chãs d’Égua e Foz d’Égua. Em Vide, vire em direcção a Unhais da Serra, Fundão e Covilhã. Boa viagem.

O que ver
Delicie-se com as pequenas casas em xisto, com telhado de lajes lisas e arrancadas às encostas; com as ruas estreitas e tortuosas, íngrimes, ladeadas de videiras, cevadilhas com flores rosa, enleios garridos e, junto ao chão, canteiros de hortênsias, roseiras finas e miúdas de amores-perfeitos. Aspire o cheiro a lenha queimada, a especiarias desconhecidas, escondidas e ao lume brando que lambe as paredes, lá dentro, no escuro das casas.
Mas não se esqueça de visitar:
A Igreja Matriz. Situa-se na praça principal, no alto da escadaria larga que leva ao corpo da aldeia. A sua cor branca destaca-se, insólita mancha de quase pureza, no cinzento fechado das casas. Construída no século XVII, a sua fachada é de estilo neoclássico e data do século XIX, altura em que foi reconstruída, tendo como inspiração as igrejas de Mértola e de Santo André de Beja, onde o cónego Manuel Fernandes Nogueira (Loriga, 07-04-1861. Seminário de Coimbra,  28-11-1944. Pároco do Piódão entre 1885, aos 25 anos e 1906, fundador de um seminário, ou colégio, autónomo, que funcionou até 1906 e hoje não existe e cuja memória está perpetuada num busto plantado na praça principal, sob uma frondosa árvore) foi buscar o coro, a torre e a frontaria. Nesta, os quatro coruchéus piramidais dão-lhe um estilo amouriscado-mudéjar tardio.
A Capela de São Pedro. Pequena, esconsa, é preciso subir um pouco no emaranhado de ruelas da aldeia, para se dar com ela. Construída no século XVI, no seu interior está a imagem de São Pedro, padroeiro do Piódão – e em honra do qual se fazem, todos os 29 de Junho, as festas anuais da aldeia.
O Museu do Piódão. Situa-se na praça principal da aldeia, mas antes de subir as escadas. Aberto ao público em 2003, antes foi morada do pintor Torres Vilaça. No seu interior, é recordada de forma viva a quase pungente, a vida do Piódão ao longo dos séculos. Lá estão as casas de xisto, com o eram antes; as camas onde o povo dormia e renascia; a cozinha e a sala comum. As peças foram doadas pelos habitantes e, na verdade, o museu retrata a vida colectiva do Piódão. Uma das peças mais curiosas é o aerodínamo artesanal que, no início da década de 60, trouxe a energia eléctrica pela primeira vez à aldeia. Outra, uma réplica da antiga Estrada Real, hoje praticamente destruída, que ligava Coimbra à Covilhã e passava lá em cima, no alto e por onde as mulheres do Piódão caminhavam dias a fio, levando consigo os ovos mais frescos da aldeia, para as gentes da grande cidade serrana comprarem. Hoje está praticamente destruída. O museu é uma extensão do Museu Etnográfico de Arganil.

O que comprar
Aguardente de mel ou de medronho; licor de castanha e de amora; potes de mel de flores silvestres; presunto; produtos de cestaria; colheres e gamelas de madeira; e as típicas casinhas em xisto, são alguns dos produtos que pode adquirir nas lojas da praça principal da aldeia.

Onde comer
No Piódão, apenas existe um único restaurante: o Piódão XXI. Feio, numa arquitectura horrorosa, que é um atentado à paisagem local, com a sua fachada vermelha e os vidros pendurados para o vale de águas cantantes, tem na ementa alguma da tradição do Piódão: Cabrito Assado à Moda da Casa (15 euros), Chanfana à Moda da Casa (9 euros) e Bucho Serrano (9 euros). No resto, é o trivial: Bacalhau Assado à Moda da Casa (12 euros); Entremeada, Febras, Costeletas (tudo de porco, tudo a 7 euros); Entrecosto, também de porco (8,50 euros); Bacalhau Cozido com Todos (10 euros), Costeleta de Vitela (12 euros) – tudo coisas que se podem comer noutros sítios… A entrada faz-se pela praça principal. Dito cosmopolita e requintado, está no entanto muito longe destes adjectivos. É apenas banal e turístico. Tel.: 967 537 491

Onde ficar
Não há muita escolha, quanto aos locais onde pernoitar. Para lá da estalagem da Inatel, pode optar pela Casa da Padaria, ou pelas pequenas casas em xisto, associadas àquela e que fazem parte de uma escassa, mas interessante, oferta de eventual turismo de habitação. Não existem muitas dessas casas disponíveis, mas já há algumas, como a Casa do Avô, em que ficámos.
. Inatel Piódão. Situa-se a cerca de 1,5 km da aldeia, num socalco de onde se avista uma paisagem de cortar a respiração, com o Piódão derramado e anichado na encosta, como um presépio vivo e de brincadeira. A estalagem foi construída toda em xisto e tem um serviço contemporâneo e de qualidade. Tem bar, restaurante, piscina coberta aquecida, sauna, jacuzzi, ginásio, sala de jogos e sala de reuniões. Wi-fi. 27 quartos, totalmente equipados. Parque de estacionamento privativo. Época baixa: 59 euros; época alta: 95 euros. Tel.: 235 730 100; Fax: 235 730 104; email: Inatel.piodao@inatel.pt.
. Casa da Padaria. Ambiente rústico. Era a antiga padaria da aldeia, que fornecia o Piódão e os arredores. Era um negócio familiar e fornecia as famílias da aldeia e dos arredores, bem como a escola do Piódão, que chegou a ter 60 crianças. As raparigas vinham buscar o pão em cestos, que transportavam em equilíbrio sobre a cabeça. Aos povos mais distantes, o pão seguia num burro, guiado por um homem que tocava uma corneta para se anunciar. A Casa da Padaria situa-se fora da aldeia, no caminho que leva em direcção aos montes e a Chãs d’Égua e foi erguida nos anos 50. Classificado como Casa de Campo, tem uma fachada única, com dois andares e um rés-do-chão. À sua esquerda, existem oliveiras e, à direita, uma escadaria que leva a um pátio traseiro, onde se podem ver maciços de hortênsias roxas e cor-de-rosa. As portas são azuis e têm, em cima, as cruzes típicas de invocação a Santa Bárbara; a caixilharia de madeira das janelas foi pintada de branco e o telhado é feito de ardósia. A campainha é uma sineta. A casa esteve fechada mais de 20 anos e serviu apenas como arrecadação. Foi reconstruída na totalidade em 1999, utilizando-se para isso o xisto da serra, já a pensar em turismo de habitação. Então, foi acrescentado um andar ao edifício original, onde existem quatro quartos. O ambiente foi deixado como na origem, incluindo o balcão da padaria, onde hoje funciona a recepção e onde se podem ver as balanças e os cestos para o pão. No andar de cima pode existe o forno, no centro de uma sala que hoje é de estar e tem também uma grande masseira, onde se amassava e fazia o pão. Louças antigas, candeeiros a carbureto, balanças, lanternas, cestos de pão, panelas de ferro, talhas para guardar a carne de porco em azeite, uma velha máquina de costura e outra, estanha para nós, de escrever, até mesmo as botas do avô, de sola cardada, fazem parte da decoração da Casa da Padaria. Tem serviço de pequeno-almoço, sendo a única do género a fazê-lo: compotas caseiras, requeijão, queijo fresco e mel da serra fazem parte da ementa. Cinco quartos, dez camas. Preços: Quarto single, 25 euros; quarto duplo, 30 euros. Tel./Fax: 235 732 773.
. Casa do Algar. Pequena, situa-se no centro da aldeia e junto à fonte dos Algares. Virada para a serra do Açor, tem um alpendre em pedra e dois quartos. Preço: 37,50 euros. Tel.: 235 731 464; fax: 212 743 397.

Festividades
O Verão do Piódão é muito, digamos, cosmopolita e festeiro. Tiudo começa a 29 de Junho, com as festas em honra de São Pedro, o padroeiro da aldeia. Depois, anualmente, todos os terceiros domingos de Agosto, são as festas em honra de Nossa Senhora da Conceição. Ainda em Agosto, há a festa do Sagrado Coração. Finalmente, a 8 de Setembro, celebra-se a festa de Nossa Senhora do Bom Parto.

Texto: Hélio Rodrigues
Fotos: AutoanDRIVE/C.Santos/Hélio Rodrigues e Clube Escape Livre/João Cortesão

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8 responses to “Aldeia Histórica do Piódão

  1. As imagens por si só são um convite. Difícil não incluir esse lugar no roteiro de quem gosta de turismo rural e histórico. Não aguento de ansiedade em ir para lá.

  2. Adorei o restaurante, principalmente a comida! A aldeia é´bastante bonita só é pena ter de se subir muitas escada :(! Espero voltar a este sitio e voltar a comer um cabrito naquele maravilhoso restaurante!!

  3. Parabéns pela riqueza informativa do seu artigo, apesar de ultimamente ir ao Piódão com frequencia, acrescentou alguma coisa e abriu a curiosidade para conhecer algumas coisas.
    De facto só tenh pena que as pessoas, ao visitarem determinado sítio, prefiram os restaurantes do que as paisagens naturais e a fruição da natureza. No entanto, cada um é livre de fazer as suas escolhas, e de fazer a mudança que quer (ou não) ver no mundo.

  4. Ja conheço o piodão desde o tempo em que no lugar daquela “obra de arte”, que chamam redtaurante, era um bar / bazar, onde tb se levantava a chave das casas rurais da colina oposta. Boas recordações de um ambiente regional, ainda longe da actual industrialização. Do restaurante, tenho a apontar a falta de brilho pelo espaço… enfim, mais um dos nossos “hoteleiros”.

  5. O restaurante da aldeia não tem nada de regional nem comida nem espaço, há uma casa na aldeia que serve refeições que em termos de preços e comida é melhor que o do centro. Vou todos os anos a Piodão para descansar, mas em termos de gastronomia é muito fraca vale pelo descanso, e a paisagem que é do mais bonito que tenho visto, aconselho a passar alguns dias no descanso mas não na gastronomia.

  6. Os comentários deixaram-me com curiosidade a cerca da aldeia do Piodão. Resolvi passar por lá ! A paisagem é lindíssima, digno de uma longa visita. Almocei no restaurante “Piodão XXI”. Comi um cabrito maravilhoso, além do restaurante ser muito acolhedor , e a sala de estar tipicamente de acordo com a aldeia . Não percebo o porquê da critica ao restaurante ,Piodão XXI , só pelo nome indica que é uma volta no tempo onde misturamos passado com presente , mas enfim , cada um com a sua perspectiva. Adorei e espero lá voltar e desfrutar da gastronomia.

  7. Utterly pent artісles, regards forr entropy. “The bravest thing you can do when you are not brave is to profess courage and act accordingly.” by Corrɑ Harriѕ.

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