Entre Mondim de Basto e Ofir
Domingo amanheceu escuro, chuvoso, agoirento. O pó dos corcéis moder-nos transformou-se em montinhos de lama, quase diluídos nas pedras da calçada. Mas não havia que hesitar: era tempo de partir – do outro lado da vitrina, estava a promessa de um mar azul. Mas, para lá chegar, era preci-so descobrir os caminhos da peregrinação.
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