Corrida de IndyCar foi muito atribulada
Scott Dixon liderou desde o iníco ao fim a corrida do IZOD IndyCar Series, que teve lugar nas ruas de Belel Isle, em Detroit, uma semana apenas depois das Indy 500. O neo-zelandês da Ganassi Racing passou incólume aos problemas com o asfalto, que se degradou de maneira tão alarmante que a corrida foi mesmo interrompida, durante duas horas, tal a quantidade de acidentes que os pedaços de asfalto estavam a provocar.
Reatada a corrida, Dixon manteve-se imperturbável na liderança nas voltas que faltavam cumprir, numa distância que a direção da corrida tinha entretanto encurtado de 90 para 60 voltas. Todavia, o asfalto continuou a desfazer-se mesmo após os “remendos” colocados na pista, afastando Helio Castroneves e Ed Carpenter, depois de se tocarem após um pião do brasileiro provocado pelo estado da pista, levando a longas situações de bandeira amarela.
Entre as vítimas da pista estiveram Rubens Barrichello, que desistiu logo pela 11ª volta, mas principalmente James Hinchcliffe. Este bateu com violência na barreira de pneus, precisamente ao mesmo tempo que, noutro local do traçado, Takuma Sato protagonizava um acidente semelhante. Foi esta coincidência que, finalmente, levou os organizadores da prova a interrompê-la, para tentar retirar os enormes bocados de asfalto espalhados um pouco por toda a pista e tentarem minimizar os estragos.
No final, imune a todas as armadilhas, Scott Dixon, que já tinha sido o autor da “pole”, garantiu o 28º triunfo da sua carreira, na frente do seu colega de equipa e vencedor em Indianapolis, Dario Franchitti e de Simon Pagenaud, da equipa de Sam Schmidt, que bateu Will Power na fase final da prova.
M.S.
