Singela homenagem
1 de Maio de 1994: o dia mais triste da história da F1. Pelo menos, da história moderna. Nesse ano, perdeu a vida, contra o muro da curva de Tamburello, um dos grandes magos da F1 – Ayrton Senna. Para muitos, o melhor de todos. Para todos, “O” Ayrton. Tinha 34 anos e muitos mais para dar: ainda no auge das suas capacidades fenomenais de pilotagem, ficou para sempre a incógnita de quem ganharia, numa luta direta com outro mago, Michael Schumacher. Carismático, místico, profissional duro mas amigo do seu amigo, Ayrton Senna (“da Silva”, o nome com que chegou a Inglaterra, menino e moço desconhecido) escreveu algumas das páginas de maior brilho na F1. Hoje, quando passam 18 anos (já!) sobre a sua morte em Imola, durante o GP de San Marino, fica a nossa singela homenagem.
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