Agora foi em Oschersleben
Paul di Resta venceu a segunda prova do DTM consecutiva em Oschersleben e, com isso, ficou a apenas sete pontos do líder, Bruno Spengler, que foi segundo classificado. E faltam ainda três provas para terminar o campeonato, pelo que tudo está em aberto.
A vitória do britânico Paul di Resta nunca esteve verdadeiramente em dúvida, apesar de alguns desentendimentos durante as paragens nas boxes, que o levaram inclusive a perder o comando, deixando-o nas mãos do seu principal rival, Bruno Spengler, durante algumas voltas.
Porém, também o canadiano não estava nos seus melhores dias em termos de estratégia e, quando decidiu, algo prematuramente, parar nas boxes, pensando que isso lhe traria vantagem, viu Timo Scheider, com o Audi A4 DTM, passar-lhe à frente. Porém, quem continuava de facto no comando das operações, embora com mais uma paragem para fazer, era Di Resta – que, decidido a não dar nem um átomo de esperança aos seus adversários, designadamente Scheider e Spengler, os únicos candidatos ao título que ainda restavam nesta altura do campeonato, aproveitou a pista livre na sua frente para efectuar uma série de voltas-canhão. A ideia era simples: cavar um fosso suficiente para, quando fosse obrigado a ir às boxes, se mantivesse ainda na frente da corrida. E, se bem o pensou, melhor o fez: quando saiu pela derradeira vez das boxes, o piloto de testes da Force Índia na F1 continuou a liderar o pelotão, apressando-se dpeois a cruzar a linha de meta com margem para vencer. Pior ficou Timno Scheider, que viu esfumarem-se literalmente as (poucas) hipóteses matemáticas que tinha de ser campeão, com um furo num dos pneus dos seu Audi, caindo para lá do “top ten” e entregando de bandeja o último lugar do pódio ao sueco Mattias Ekström, também em Audi A4 DTM.

