Quem se lembra dele?
Roland Ratzenberger teve azar – na vida e na morte. Na vida, porque a sua carreira desenvolveu-se de forma lenta, sem grandes rasgos de talento e quase sem títulos para mostrar. Na morte porque, apesar de ter conseguido a proeza de chegar à F1, desapareceu no mesmo Grande Prémio de San Marino em que perdeu a vida o que era, na altura, o melhor piloto do plantel: Ayrton Senna. E, claro, para muitos o melhor do Mundo.
Publicado por autoandrive 